Conduz-nos, Deus, de questão em questão, de fogo em fogo, sem satisfações que ao tempo bastem e a nós assombrem; que passemos da catalogação do que julgamos conhecer ao poço dos enigmas infindáveis onde o rosto é para sempre fundo, desmentido, diferido. Não nos mure a estrutura em espelho que escamoteie a procura da Verdade mas que o dom da tua palavra nos visite como o canto do galo, a lembrar o dia novo, o perdão e a graça.
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