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sábado, 15 de outubro de 2016
Porque hoje é Sábado!
Prémio Nobel da Literatura, Bob Dylan! Primeiro estranha-se, depois entranha-se? Vamos ver!
sábado, 28 de junho de 2014
Porque hoje é Sábado!
Na próxima 4ª feira faz dez anos que morreu Sophia de Mello Breyner Andresen, uma das nossas maiores poetisas!
« O mar nos olhos» é um dos seus poemas e é lindo!
« O mar nos olhos» é um dos seus poemas e é lindo!
sábado, 3 de maio de 2014
sábado, 8 de março de 2014
«A uma mulher do meu País!»
Abre as asas, tu que não desistes
de encontrar as asas nos teus braços
e com eles descobrires novos espaços.
Abre as asas, tu que não desistes
de rasgar, no tempo, o calendário
que preenche, em cada dia, o teu diário.
Abre as asas, tu que não desistes
de mostrar que és viva, e continuas
percorrendo, serena, as mesmas ruas.
Abre as asas, tu que não desistes
de mudar a face da cidade
em ímpetos de arrojo e de vontade.
Abre as asas, tu que não desistes
de enfrentar o sol que te encandeia
e quebra a tua última cadeia.
Abre as asas, amor, e segue em frente,
voa sempre, voa sempre, sem cansaço,
e ensina a voar toda esta gente
que continua especada olhando o espaço.
FERNANDO PEIXOTO
sábado, 1 de fevereiro de 2014
Muitos anos a (en) cantar!
Sábado, dia 1 de Fevereiro! O Coral Infantil e Juvenil de Ourém faz 40 anos! A música deste dia é para homenageá-lo e dar os parabéns a todos e ao incansável maestro Paulo Ferreira! Bem hajam pela alegria e harmonia que transmitem!
sábado, 7 de dezembro de 2013
Porque hoje é este Sábado!
Que o mundo aprenda a cumprir os sonhos de Mandela e deixe de fazer coisas que o amargurariam! VIVA MANDELA!
sábado, 27 de julho de 2013
Para sempre!
Este é um presente para a Zé que hoje partiu e deixará em todos os que a conheceram uma saudade funda!
As flores porque era alegre e tinha uma força de que poucos suspeitavam. O poema porque representa tudo o que ela não queria que se repetisse, com o seu imenso amor à Liberdade que tentava conservar, para si e para os outros, a todo o custo!
Ficarás para sempre nos nossos corações, Zezinha!
OS MEDOS
É a medo que escrevo. A medo penso,
A medo sofro e empreendo e calo.
A medo peso os termos quando falo.
A medo me renego, me convenço.
A medo amo. A medo me pertenço.
A medo repouso no intervalo
De outros medos. A medo é que resvalo
O corpo escrutador, inquieto, tenso.
A medo durmo. A medo acordo. A medo
Invento. A medo passo, a medo fico.
A medo meço o pobre, meço o rico.
A medo guardo confissão, segredo,
Dúvida, fé. A medo. A medo tudo.
Que já me querem cego, surdo e mudo.
José Cutileiro, "Os medos" in Versos da mão esquerda, 1961
A medo sofro e empreendo e calo.
A medo peso os termos quando falo.
A medo me renego, me convenço.
A medo amo. A medo me pertenço.
A medo repouso no intervalo
De outros medos. A medo é que resvalo
O corpo escrutador, inquieto, tenso.
A medo durmo. A medo acordo. A medo
Invento. A medo passo, a medo fico.
A medo meço o pobre, meço o rico.
A medo guardo confissão, segredo,
Dúvida, fé. A medo. A medo tudo.
Que já me querem cego, surdo e mudo.
José Cutileiro, "Os medos" in Versos da mão esquerda, 1961
sábado, 20 de julho de 2013
domingo, 5 de maio de 2013
sexta-feira, 8 de março de 2013
MULHER!
MULHER
Elas são as mães:
rompem do inferno, furam a treva,
arrastando
os seus mantos na poeira das estrelas.
Animais sonâmbulos,
dormem nos rios, na raiz do pão.
Na vulva sombria
é onde fazem o lume:
ali têm casa.
Em segredo, escondem
o latir lancinante dos seus cães.
Nos olhos, o relâmpago
negro do frio.
Longamente bebem
o silencio
nas próprias mãos.
O olhar
desafia as aves:
o seu voo é mais fundo.
Sobre si se debruçam
a escutar
os passos do crepúsculo.
Despem-se ao espelho
para entrarem
nas águas da sombra.
É quando dançam que todos os caminhos
levam ao mar.
São elas que fabricam o mel,
o aroma do luar,
o branco da rosa.
Quando o galo canta
Desprendem-se
para serem orvalho
rompem do inferno, furam a treva,
arrastando
os seus mantos na poeira das estrelas.
Animais sonâmbulos,
dormem nos rios, na raiz do pão.
Na vulva sombria
é onde fazem o lume:
ali têm casa.
Em segredo, escondem
o latir lancinante dos seus cães.
Nos olhos, o relâmpago
negro do frio.
Longamente bebem
o silencio
nas próprias mãos.
O olhar
desafia as aves:
o seu voo é mais fundo.
Sobre si se debruçam
a escutar
os passos do crepúsculo.
Despem-se ao espelho
para entrarem
nas águas da sombra.
É quando dançam que todos os caminhos
levam ao mar.
São elas que fabricam o mel,
o aroma do luar,
o branco da rosa.
Quando o galo canta
Desprendem-se
para serem orvalho
Eugénio de Andrade
domingo, 18 de dezembro de 2011
Saudades!
Tinha medo de morrer em Dezembro porque guardava na memória grandes perdas neste mês, uma das quais a da mãe, quando era apenas uma criança de dez anos. Era uma mulher-coragem, com uma enorme vontade de viver e ajudar a viver. Vi-a muitas vezes triste, vi muitas vezes lágrimas nos seus olhos castanhos, doces e sorridentes. É que às vezes desanimava com a doença de meu pai, acamado durante doze anos, mas reagia depressa e voltava à luta que era o seu dia-a-dia, ainda e sempre com uma disponibilidade imensa para os filhos e netos! Também a vi rir muitas vezes porque era alegre, apesar de tudo!
Afinal, não partiu em Dezembro mas num Março que vai doer para sempre. Os cravos eram as suas flores preferidas.
Tenho saudades dela, do seu sorriso e das suas palavras. Fazem-me sempre falta.
Era a minha Mãe e faria hoje cem anos!
sábado, 24 de setembro de 2011
domingo, 1 de maio de 2011
terça-feira, 8 de março de 2011
MULHER!
sexta-feira, 30 de julho de 2010
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
Aniversário

A 12 de Agosto nasceu Miguel Torga, numa terra de penedias agrestes de que tanto fala na sua obra.
Extraordinário escritor, além de médico, gostava de se definir como Poeta. A sua poesia e a sua prosa parecem ter saído das fragas que o viram nascer, tão naturalmente como as flores selvagens da serra.
Esta é a definição de si mesmo:
RETRATO
O meu perfil é duro como o perfil do mundo.
Quem adivinha nele a graça da poesia?
Pedra talhada a pico e sofrimento,
É um muro hostil à volta do pomar.
Lá dentro há frutos,há frescura, há quanto
Faz um poema doce e desejado;
Mas quem passa na rua
Nem sequer sonha que do outro lado
A paisagem da vida continua.
Miguel Torga
sábado, 8 de agosto de 2009
Partida
Partiu Raul Solnado, a quem ficamos a dever tantos e tão bons momentos de humor, boa disposição, gargalhadas...
Obrigada, Raul! Vamos recordá-lo sempre e tentar cumprir a sua recomendação:
-«Façam favor de ser felizes!»
Obrigada, Raul! Vamos recordá-lo sempre e tentar cumprir a sua recomendação:
-«Façam favor de ser felizes!»
sexta-feira, 26 de junho de 2009
Artista
Morreu Michael Jackson e, embora o seu género musical não seja o meu preferido, tenho de reconhecer o seu estilo inconfundível e a extraordinária arte para dançar.
Fica aqui uma das mais famosas músicas, não só pela melodia mas também pelo que representa, enquanto acto solidário.
Fica aqui uma das mais famosas músicas, não só pela melodia mas também pelo que representa, enquanto acto solidário.
domingo, 3 de maio de 2009
DIA da MÃE
Hoje lembrei-me da minha mãe e pensei:
Mãe é o amor inteiro,completo.
O amor que não cobra nada,nada exige.
Não espera retribuição.
Mãe é amor sempre disponível.
MÃE é puro AMOR
Mãe é o amor inteiro,completo.
O amor que não cobra nada,nada exige.
Não espera retribuição.
Mãe é amor sempre disponível.
MÃE é puro AMOR
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