Morreu Michael Jackson e, embora o seu género musical não seja o meu preferido, tenho de reconhecer o seu estilo inconfundível e a extraordinária arte para dançar. Fica aqui uma das mais famosas músicas, não só pela melodia mas também pelo que representa, enquanto acto solidário.
Há dias, ouvi falar,pela primeira vez,no Second Life.Naturalmente, porque sou muito ignorante nisto «das informáticas» mas que gostei,gostei! Este mundo tridimensional, em ambiente virtual,é um espanto!Vi e ouvi poesia de Pessoa com voz e movimento,«visitei» o museu da Presidência da República onde tudo parece real!Até o mar da apresentação tem ondas, espuma branca na rebentação,movimento!... Deixo o símbolo deste«mundo», todo novo para mim!
Logo hoje!Queria eu aparecer sem olhos piscos,toda asseadinha, ao Sr.Presidente da República e... pimba!O azar ou as contingências mal resolvidas deram um nó na minha torneira! É que,apesar das«ameaças»,nem do céu hoje veio água!
António Variações era um homem sui generis que,no seu tempo(década de 70),foi uma «pedrada no charco»,desde logo pelo seu visual excêntrico,mas ainda pelo estilo inconfundível,pela facilidade com que combinava vários estilos musicais,pelo modo como tentava nas suas cantigas,corrigir o que considerava defeitos sociais. A explicação que ele próprio dá para a escolha do seu nome artístico diz quase tudo sobre a sua maneira de estar na vida:
«Variações é uma palavra que sugere elasticidade,liberdade.E é exactamente isso que eu sou e que faço no campo da música.Aquilo que canto é heterogéneo.Não quero enveredar por um estilo.Não sou limitado.Tenho a preocupação de fazer coisas de vários estilos».